A gente tem que aprender a ser gente
Aprender a ser agente mesmo
E fugir da linha imposta
Da mania compulsiva de rotular
Pra que tantas etiquetas
Se o que vem dentro do frasco muda
Todo mundo acompanha a tragédia
Ninguém acompanha a mudança
Mas a necessidade de definir é tanta
E o julgamento vai solto
Qual sentido
Sentido algum
Sentido fica quem é julgado
Decorando fórmulas
Sem saber o que acontece
Mais simples do que realmente parece
Aparece e some
Desaparece na noite com o vento
Que leva, que leva,
De cabeça pra baixo o mundo é mundo
Se eu estiver de ponta cabeça
Não sei se sou mais eu
Mas sou
Por que o mundo é mundo normal ou do avesso
Essência nasce e muda e ainda é sempre a mesma
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