terça-feira, 16 de agosto de 2011

Tempo de EC



Acredite no tempo que ainda não veio
Roer das bordas ao centro
Um sentimento
E dele arrancar qualquer espera
Tornar-se saudade incerta

E com certeza, flauteador
Música se eterniza, verso teu,
Aliado ao riso, e ao vento que tira a copa da arvore pra dançar
Nunca precisei te explicar

Você se lembra eu sei
As estações vêm e vão
Sonhos antigos pairam
Sobre as flores nostálgicas daquela prima-vera

O que não vivemos nos espera
Nunca pensei que flores doessem
Mas as de caju doem
Todas as mil

Minhas melhores manhãs
E o prazer de poder ser imperfeito
Ainda nisso ver beleza
Em ser menina de beleza clara
Clara são as cores que demoram mais que as outras pra morrer

Você se lembra eu sei
As estações vêm e vão
Sonhos antigos pairam
Sobre as flores nostálgicas daquela prima-vera

Se disser que não pode ser talvez
Perceba ...
Que a gente..
Sempre soube o que clareia nossas manhãs

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